19
maio
08

Sintetizando o processo criativo…

Eu penso 99 vezes e nada descubro [Esquentamento]; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio [Incubação] – e eis que a verdade se me revela [Solução]

Maria Rita Gramigna, citando Albert Einstein para definir as três primeiras etapas do prodesso criativo.

18
maio
08

Desmistificando o processo criativo…

Todos nós em algum momento de nossas vidas fomos expostos a uma situação em que se apresente a necessidade criar ou inovar, todos nós de uma forma ou de outra respondemos a este processo prontamente.

 

Desta forma, passamos por etapas complementares e subseqüentes que nos permitiram a oportunidade de conhecer e utilizar os meios específicos para que cada etapa fosse alcançada de forma significativa.

 

Portanto, adiamos todo e qualquer julgamento crítico, a fim de utilizar nossa capacidade de criação sem pudores ou convenções.

 

Em um primeiro momento, o desafio de criar…

… ou ainda uma oportunindade de fazer uso da criatividade.

 

Consiste na verdade na capacidade de identificar e organizar esse desafio, para então buscar meios de observação, definição e preparação para o ato criativo.

 

Enquanto criador, conhecer o objeto de seu desafio, separando conscientemente o problema e organizando informações que dispõe e outras que venham a colaborar para que se efetive o ato criativo.

 

Posteriormente, transceder as formas reais e habituais em que a criatividade se manifesta, ou seja, usar toda imaginação para modificar, adicionar, subtrair, complementar …

Nem tudo é ou deveria ser da forma como vemos na maioria das vezes, não temos que enxergar necessariamente da mesma forma, onde eu vejo lixo você pode ver luxo e desta forma nos diferenciamos pelo processo de uso da criatividade.

 

Feita a identificação e definição do desafio proposto, esgotando-se as formas de uso da criatividade sobre determinado objeto, é chegado o momento de assimilar esse processo…

 

Neste momento, cabe utilizar-se do subconsciente para melhor entender, absolver e organizar as etapas anteriores.

 

Realizadas estas etapas, encontra-se por conseqüência, a etapa posterior.

Esta compreende, a descoberta, a real percepção sobre algo que estava posto e que não vemos por falta de exploração criativa.

 

Do turbilhão encontrado em nosso subconsciente, passe-se então a etapa final.

Momento este, em que o criador, adapta a solução, ou seja, seleciona a que melhor se adapta a exigência do momento. Torna-se julgador, para avaliar o produto criado.

17
maio
08

Meditação

 Assim como você pode observar o que acontece ao seu redor, você pode, também, observar os seus próprios pensamentos. Veja a sua mente como um palco e seus pensamentos, idéias e imagens como atores que entram e saem de cena. Não tente expulsar nem lutar com nenhum deles; simplesmente deixe que venham, desempenhem o seu papel e partam – apenas observe seu processo de criação. Se você pode observar os seus pensamentos é porque você não é igual a eles. Você é o pensador e não os pensamentos. Esta é a grande descoberta no processo de meditação. Pense nisso.

Brahma Kumaris

16
maio
08

Com o passar do tempo, muita coisa vai acontecendo…

De repente a gente se dá conta que os contos de fada não existem… e que as histórias de “Foram Felizes para sempre” só tem algum sentido fantasioso porque ninguém decidiu contar como isso continua.

Na verdade, tudo é bem diferente à olhos nus…

Mas o pior de tudo é perceber de repente o quanto vivemos em um círculo vicioso, e por mais que não haja aceitação da nossa parte, por mais que o desejo de mudança exista… na maioria das vezes, acabamos repetindo tudo novamente.

Mais que isso, percebemos que pouco fazemos por nós, nossas ações acabam se vinculado ao outro, ou é com ele, ou para ele…

…pouco se faz por nós, nossa própria companhia parece enfadonha demais…

O desejo de ação existe, o desejo de mudança é latente, mas o processo criativo fica estagnado como se nada fosse possível para que esse desejo seja saciado.

Perceber-se mulher é um fato que vai tomando forma sem que nos demos conta, passamos por esse processo sem perceber o quão sensivel ele é… é uma sensibilidade que ultrapassa as formas reais de aceitação e vivência, é quase vital.

É um processo mais ou menos consciente que envolve emoção positiva e negativa, talvez uma em maior ou menor proporção que a outra mas as duas presentes.

A consciência de ser mulher, de ter uma feminilidade aguçada ou não… é algo presente e familiar.

Contudo, a feminilidade não é como acordar de manhã e perceber que algo mudou… e passar pelas mudanças sem ao menos saber do que se tratam… é um processo interno que acontece gradativamente, em camera lenta… e vai tomando conta, se tornando presente, se alterando e tomando formas, na maioria, novas formas.

Os acontecimentos passam a ser chamados de fatos, os fatos passam a ser chamados de experiências e são essas experiências que dão sentido a vida e vão alimentando nosso ser.

A vida é um constante processo criativo… nada está acabado. Tudo, vai aos poucos, se formando… de dentro para fora…

O processo criativo é uma resposta do processo interno, e este processo interno define as margens e formas desta criação…

15
maio
08

O processo criativo

Algumas pessoas vêem a criatividade como uma atividade relativamente não estruturada de pular em torno de idéias até se deparar com a idéia certa. Embora isto funcione para algumas pessoas, muitas situações da vida real requerem uma abordagem mais estruturada. A liberdade para experimentar é essencial para a criatividade, como também alguma disciplina para assegurar objetividade e consistência.

Seja qual for o nível de estruturação adotado, o processo criativo se fundamenta em três princípios: Atenção, Fuga e Movimento. O primeiro princípio nos diz: concentre-se na situação ou problema; o segundo: escape do pensamento convencional; o terceiro: dê vazão à sua imaginação. Estas três ações mentais formam uma estrutura integrada em que se baseiam todos os métodos de pensamento criativo. As diferenças entre os diversos métodos encontrados na literatura especializada estão na ênfase dada a cada um destes princípios e nas ferramentas usadas. As definições destes três princípios são parcialmente inspiradas no trabalho de Paul E. Plsek (Creativity, Innovation and Quality, ASQ Quality Press).

ATENÇÃO

A criatividade requer que primeiro concentremos nosso foco em algo, um problema ou uma oportunidade. Ao nos concentrarmos, preparamos nossa mente para romper com a realidade existente e se abrir para a percepção de possibilidades e conexões que normalmente não enxergamos.

Se estivermos explorando oportunidades, voltamos nossa atenção para o que não funciona ou pode ser aperfeiçoado:

  • o que é difícil e complicado e pode se tornar fácil e simples;
  • o que é lento e pode se tornar rápido, ou vice-versa;
  • o que é pesado e pode se tornar leve e portátil;
  • o que é instável e pode se tornar estável e confiável;
  • o que está separado e pode ser combinado e unificado, ou vice-versa;
  • muitas outras possibilidades em que usualmente não prestamos atenção.

Até 1980, a indústria de computadores dirigia sua atenção para a máquina, como torná-la mais potente. Apple e Windows focaram sua atenção no usuário, em como tornar o computador mais acessível e mais amigável, revolucionando toda a indústria de informática.

Se estivermos analisando um problema, concentramos nossa atenção para compreender melhor a situação, suas diferenças e similaridades com outras situações conhecidas, as peculiaridades do problema analisado e suas possíveis causas. Tentamos entender a situação, procurando respostas para as seguintes questões: O que está acontecendo? Onde? Como? Quando? Por quê? Quem está envolvido?

Tanto no caso de exploração de oportunidades, quanto no caso de solução de problemas, devemos ficar atentos aos paradigmas, aos sentimentos e às suposições que podem estar atuando sobre nossa percepção e entendimento da situação.

A verdadeira viagem do descobrimento não consiste na procura de novas paisagens, mas em ter novos olhos. (James L. Adams).

FUGA

Tendo concentrado nossa atenção na maneira como as coisas são feitas atualmente, o segundo princípio do processo criativo nos chama a escapar mentalmente dos nossos atuais modelos de pensamento. É a hora de refletir sobre os nossos bloqueios mentais e derrubar as paredes que limitam nossa imaginação ao que sempre fizemos, ao que é confortável e seguro.

A verdade é que os hábitos, mais do que nossas habilidades, predominam na escolha de nossos caminhos. Tendemos a trilhar sempre o mesmo vale, que se torna cada vez mais profundo e mais difícil de escapar.

Você não pode resolver um problema com a mesma atitude mental que o criou. (Albert Einstein).

 

MOVIMENTO

Simplesmente prestar atenção e escapar do modelo de pensamento atual não é sempre suficiente para gerar idéias criativas. Movimento, o terceiro princípio nos leva a continuar a exploração e combinação de novas idéias. É o momento de dar asas à imaginação e gerar novas alternativas, sem perder de vista os propósitos do processo criativo. É o momento de fazer conexões insólitas, de ver analogias e relações entre idéias e objetos que não eram anteriormente relacionados.

O conhecimento destes três princípios abre o caminho para o entendimento dos diversos métodos e técnicas de criatividade encontradas nos livros. As técnicas existentes têm a finalidade de nos auxiliar em pelo menos um dos três princípios. Diferentes métodos resultam da diferentes combinações destas técnicas. Dominando os três princípios, Atenção, Fuga e Movimento, você pode criar o seu próprio método, selecionando, combinando, ou mesmo criando as técnicas e ferramentas que mais se adaptam à sua personalidade e preferências. Você também pode adequar métodos e técnicas ao problema específico que você está enfrentando.

O quadro abaixo resume os três princípios e apresenta um checklist do que você deve considerar na montagem de suas técnicas de criatividade.

                                                                                                                  Processo criativo

http://criatividadeaplicada.com/2007/02/10/o-processo-criativo/

14
maio
08

A anatomia da nova mente criativa

A definição de criatividade mudou de habilidades unidimensionais para habilidades tetradimensionais, aquela que une o pensamento lógico com a criativa solução de problemas. Indivíduos com esta “New Creative Mindset” utilizam todas estas partes para o processo do pensar. O resultado é uma abordagem holística da criatividade, muito mais eficaz diversos pontos-chave e experiências.

www.kaneoya.com.br/wordpress/index.php/2007/03/

13
maio
08

Criatividade

Você se torna capaz de desenvolver sua criatividade quando quer aprender e tem por objetivo melhorar a si mesmo. Quando você toma essa atitude, é porque deseja realmente limpar todos os defeitos do seu caráter. A partir daí, você se esforça ao máximo para remover as negatividades. Mas, para chegar a esse estágio é preciso se tornar calmo e pacífico, ficar em silêncio e conseguir se ver por dentro. Então, você se torna capaz de promover uma faxina interior e, assim, começar a criar coisas novas. É essa prática que pode desenvolver a sua habilidade criativa.

(por Brahma Kumaris)

 

 

12
maio
08

Os modelos…”Vozes silenciadas”

É próprio do ser humano utilizar-se de modelos, seguir por imitação o que gostaria de ser ou como ser… ao buscar modelos nos deparamos com inúmeras representações que por ora se aproximam do que somos e em outros momentos se distancia completamente…

A natureza da mulher criativa esta presente na sociedade em uma diversidade tamanha que nos permite perceber e julgar, isso em consonância com o que somos e com o que passa a ser desvendado por nós em nosso interior. O fato é que de em modelo em modelo alguém pode se descobrir…

Linda A. Firestone, Ph. D. em seu livro O despertar de Minerva, apresenta o modelo da deusa Minerva como modelo alheio a sociedade atual, sendo “personificação da sabedoria, força, da beleza e do amor… representa todo potencial de criatividade contido em uma mulher… guia de inspiração… corporificação da possibilidade (…)”

Minerva destaca-se por ter sido deusa de homens e mulheres, muito embora não seja a única deusa que imprima o poder criativo que todas nós buscamos ou deveríamos buscar…

Trata-se aqui de um incentivo à busca da mudança… já que a criatividade está presente na vida de qualquer mulher… seja por meio de uma de uma expressão pequena ou grandiosa… a essência criativa permanece em destaque na expressão pessoal.

O sentido da criatividade, portanto,  está na capacidade de utilizar a imaginação para interpretar a vida e dar sentido às questões passíveis de mudança.

A imagem de mulher ultrapassa o arquétipo veiculado pela mídia, bem como as figuras desprovidas de sentido para a mulher de verdade, do cotidiano atual.

Falta a mulher um modelo que lhe propicie segurança e fortaleza, que lhe seduza no que diz respeito ao autoconhecimento, autoconfiança… poder.

“No saber arquétipo existe a idéia de que, se alguém prepara um lugar psíquico especial, o ser, a força criativa, a força da alma terá conhecimento dele, sentirá o caminho para chegar lá e habitar esse lugar (…)” (Clarissa Pinkola Estés)

Aqui, destaca-se a criatividade em todas suas formas de expressão…

…reconhecer uma mulher criativa e tornar-se uma é dar espaço para conhecer diferentes modelos de criatividade…

… seja intelecto, intuição, emoção, imaginação…

O caminho da experiência criativa está em nós mesmos, e não em outro lugar!

11
maio
08

À luz dos deuses…

… Força e sabedoria, nunca foram características vinculadas a figura feminina, salvo aqui as conquistas que mascararam esta realidade, e as características das deusas da história greco-romana.

Explorar esta força e esta sabedoria compete a mulher a ousadia de fazer uso de todo seu poder criativo, e independente de como isso venha a acontecer fazê-lo tomar forma… explodir!

Mulheres são criativas! Está na essência da personalidade…

E que não me venham dizer o contrário… dada a grande capacidade de adaptação, seja em situações corriqueiras ou em grandes acontecimentos.

Muitas de nós, em algum momento, discordou disso… é um fato. Seja por ignorância, por omissão ou por intimidação…

Silenciar a capacidade de criar, é o mesmo que preparar o próprio funeral!

Deixar de fazer o que sempre quiz fazer é tarefa de covardes… mas graças a força e sabedoria dada a nós desde a antiguidade… A ação criativa e as diferentes formas de expressão dizem respeito ao que todas as mulheres são em essência e espécie!

Trata-se de um convite, de olhar de dentro para fora, encarando todos as barreiras que dificultem esta explosão… trata-se de aguçar nossos sentidos percebendo e realizando na mesma proporção, sem que um venha a sucumbir o outro!

Explorar o “eu criativo”, é desvendar a si mesmo… lhe atribuir força e coragem… sentir-se poderosa o bastante para brilhar e se destacar!

A criatividade é desde muito tempo, a chave para a expressão, seja de qual natureza for. É ela que nos torna capazes de mudar e crer nas próprias potencialidades.

As imagens das grandes deusas, o poder das idéias vinculadas a elas… são como combustível no processo criativo!

10
maio
08

Deusa Minerva

Minerva era filha de Júpiter, após este engolir a deusa Métis (Prudência). Com uma forte dor de cabeça, pediu a Vulcano que abrisse sua cabeça com o seu melhor machado, após o qual saiu Minerva, já adulta, portando escudo, lança e armadura. Era considerada uma das duas deusas virgens, ao lado de Diana.

Deusa da sabedoria, das artes e da guerra, era filha de Júpiter. Minerva e Neptuno disputaram entre si qual dos dois daria o nome à cidade que Cécropes, rei dos atenienses, havia mandado construir na Ática. Essa honra caberia àquele que fizesse coisa de maior beleza e significado. Minerva, com um golpe de lança, fez nascer da terra uma oliveira em flor, e Neptuno, com um golpe do seu tridente, fez nascer um cavalo alado e fogoso. Os deuses, que presidiram a este duelo, decidiram em favor de Minerva, já que a oliveira florida, além de muito bela, era o símbolo da paz. Assim, a cidade nova da Ática foi chamada Atenas, de Atena, nome que os gregos davam a esta deusa.

Minerva representa-se com um capacete na cabeça, escudo no braço e lança na mão, porque era deusa da guerra, tendo junto de si um mocho e vários instrumentos matemáticos, por ser também deusa da sabedoria. A Minerva é o símbolo oficial dos engenheiros.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Minerva

 




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