Todos nós em algum momento de nossas vidas fomos expostos a uma situação em que se apresente a necessidade criar ou inovar, todos nós de uma forma ou de outra respondemos a este processo prontamente.
Desta forma, passamos por etapas complementares e subseqüentes que nos permitiram a oportunidade de conhecer e utilizar os meios específicos para que cada etapa fosse alcançada de forma significativa.
Portanto, adiamos todo e qualquer julgamento crítico, a fim de utilizar nossa capacidade de criação sem pudores ou convenções.
Em um primeiro momento, o desafio de criar…
… ou ainda uma oportunindade de fazer uso da criatividade.
Consiste na verdade na capacidade de identificar e organizar esse desafio, para então buscar meios de observação, definição e preparação para o ato criativo.
Enquanto criador, conhecer o objeto de seu desafio, separando conscientemente o problema e organizando informações que dispõe e outras que venham a colaborar para que se efetive o ato criativo.
Posteriormente, transceder as formas reais e habituais em que a criatividade se manifesta, ou seja, usar toda imaginação para modificar, adicionar, subtrair, complementar …
Nem tudo é ou deveria ser da forma como vemos na maioria das vezes, não temos que enxergar necessariamente da mesma forma, onde eu vejo lixo você pode ver luxo e desta forma nos diferenciamos pelo processo de uso da criatividade.
Feita a identificação e definição do desafio proposto, esgotando-se as formas de uso da criatividade sobre determinado objeto, é chegado o momento de assimilar esse processo…
Neste momento, cabe utilizar-se do subconsciente para melhor entender, absolver e organizar as etapas anteriores.
Realizadas estas etapas, encontra-se por conseqüência, a etapa posterior.
Esta compreende, a descoberta, a real percepção sobre algo que estava posto e que não vemos por falta de exploração criativa.
Do turbilhão encontrado em nosso subconsciente, passe-se então a etapa final.
Momento este, em que o criador, adapta a solução, ou seja, seleciona a que melhor se adapta a exigência do momento. Torna-se julgador, para avaliar o produto criado.