Archive for the 'Mitologia' Category

12
maio
08

Os modelos…”Vozes silenciadas”

É próprio do ser humano utilizar-se de modelos, seguir por imitação o que gostaria de ser ou como ser… ao buscar modelos nos deparamos com inúmeras representações que por ora se aproximam do que somos e em outros momentos se distancia completamente…

A natureza da mulher criativa esta presente na sociedade em uma diversidade tamanha que nos permite perceber e julgar, isso em consonância com o que somos e com o que passa a ser desvendado por nós em nosso interior. O fato é que de em modelo em modelo alguém pode se descobrir…

Linda A. Firestone, Ph. D. em seu livro O despertar de Minerva, apresenta o modelo da deusa Minerva como modelo alheio a sociedade atual, sendo “personificação da sabedoria, força, da beleza e do amor… representa todo potencial de criatividade contido em uma mulher… guia de inspiração… corporificação da possibilidade (…)”

Minerva destaca-se por ter sido deusa de homens e mulheres, muito embora não seja a única deusa que imprima o poder criativo que todas nós buscamos ou deveríamos buscar…

Trata-se aqui de um incentivo à busca da mudança… já que a criatividade está presente na vida de qualquer mulher… seja por meio de uma de uma expressão pequena ou grandiosa… a essência criativa permanece em destaque na expressão pessoal.

O sentido da criatividade, portanto,  está na capacidade de utilizar a imaginação para interpretar a vida e dar sentido às questões passíveis de mudança.

A imagem de mulher ultrapassa o arquétipo veiculado pela mídia, bem como as figuras desprovidas de sentido para a mulher de verdade, do cotidiano atual.

Falta a mulher um modelo que lhe propicie segurança e fortaleza, que lhe seduza no que diz respeito ao autoconhecimento, autoconfiança… poder.

“No saber arquétipo existe a idéia de que, se alguém prepara um lugar psíquico especial, o ser, a força criativa, a força da alma terá conhecimento dele, sentirá o caminho para chegar lá e habitar esse lugar (…)” (Clarissa Pinkola Estés)

Aqui, destaca-se a criatividade em todas suas formas de expressão…

…reconhecer uma mulher criativa e tornar-se uma é dar espaço para conhecer diferentes modelos de criatividade…

… seja intelecto, intuição, emoção, imaginação…

O caminho da experiência criativa está em nós mesmos, e não em outro lugar!

11
maio
08

À luz dos deuses…

… Força e sabedoria, nunca foram características vinculadas a figura feminina, salvo aqui as conquistas que mascararam esta realidade, e as características das deusas da história greco-romana.

Explorar esta força e esta sabedoria compete a mulher a ousadia de fazer uso de todo seu poder criativo, e independente de como isso venha a acontecer fazê-lo tomar forma… explodir!

Mulheres são criativas! Está na essência da personalidade…

E que não me venham dizer o contrário… dada a grande capacidade de adaptação, seja em situações corriqueiras ou em grandes acontecimentos.

Muitas de nós, em algum momento, discordou disso… é um fato. Seja por ignorância, por omissão ou por intimidação…

Silenciar a capacidade de criar, é o mesmo que preparar o próprio funeral!

Deixar de fazer o que sempre quiz fazer é tarefa de covardes… mas graças a força e sabedoria dada a nós desde a antiguidade… A ação criativa e as diferentes formas de expressão dizem respeito ao que todas as mulheres são em essência e espécie!

Trata-se de um convite, de olhar de dentro para fora, encarando todos as barreiras que dificultem esta explosão… trata-se de aguçar nossos sentidos percebendo e realizando na mesma proporção, sem que um venha a sucumbir o outro!

Explorar o “eu criativo”, é desvendar a si mesmo… lhe atribuir força e coragem… sentir-se poderosa o bastante para brilhar e se destacar!

A criatividade é desde muito tempo, a chave para a expressão, seja de qual natureza for. É ela que nos torna capazes de mudar e crer nas próprias potencialidades.

As imagens das grandes deusas, o poder das idéias vinculadas a elas… são como combustível no processo criativo!

10
maio
08

Deusa Minerva

Minerva era filha de Júpiter, após este engolir a deusa Métis (Prudência). Com uma forte dor de cabeça, pediu a Vulcano que abrisse sua cabeça com o seu melhor machado, após o qual saiu Minerva, já adulta, portando escudo, lança e armadura. Era considerada uma das duas deusas virgens, ao lado de Diana.

Deusa da sabedoria, das artes e da guerra, era filha de Júpiter. Minerva e Neptuno disputaram entre si qual dos dois daria o nome à cidade que Cécropes, rei dos atenienses, havia mandado construir na Ática. Essa honra caberia àquele que fizesse coisa de maior beleza e significado. Minerva, com um golpe de lança, fez nascer da terra uma oliveira em flor, e Neptuno, com um golpe do seu tridente, fez nascer um cavalo alado e fogoso. Os deuses, que presidiram a este duelo, decidiram em favor de Minerva, já que a oliveira florida, além de muito bela, era o símbolo da paz. Assim, a cidade nova da Ática foi chamada Atenas, de Atena, nome que os gregos davam a esta deusa.

Minerva representa-se com um capacete na cabeça, escudo no braço e lança na mão, porque era deusa da guerra, tendo junto de si um mocho e vários instrumentos matemáticos, por ser também deusa da sabedoria. A Minerva é o símbolo oficial dos engenheiros.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Minerva

 




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